O que fazer diante do argumento de que somos moralmente obrigados a nos engajar em ativismo político?

"Intelectualmente, eu acho que meu meio político atual de feminismo / progressismo / justiça social é mais correto, mais benéfico para o mundo em geral e mais útil para mim em particular, já que eu não vivo em um chalé totalmente isolado. Mas, por Deus, é desconfortável. É intencionalmente desconfortável – tudo é convite pra ficar com raiva da injustiça e questionar a correção das suas próprias ações e ficar triste que tanta gente vive com tanta dor e opressão. Não importa o que você faça, você ainda assim participa de um monte de sistemas corruptos que engendram opressão. A menos que você cause uma revolução total de tudo, o seu trabalho nunca estará completo, você nuca será bom o bastante."
Mas por que raios estamos privilegiando essa subseção em particular da categoria “melhorar o mundo”? Por acaso sua revolução total de tudo eliminou as doenças isquêmicas do coração? Curou a malária? Manteve os idosos fora dos asilos? Não? Então ainda falta muito para quitar a sua "dívida infinita"!

Neste dialogo provocativo com outro blogueiro, Scott Alexander questiona os efeitos práticos da onda de ultraje moral que tomou as redes sociais e ainda oferece uma alternativa bastante palpável para fazer diferença real no mundo.


https://medium.com/altru%C3%ADsmo-eficaz-brasil/ningu%C3%A9m-%C3%A9-perfeito-tudo-%C3%A9-comensur%C3%A1vel-40462c380e0e?sk=ec60df1da0104d3785fa1bb6728211a0

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