Se não fosse tão triste seria engraçado o quanto o ciclo sempre se repete. Políticos que ficaram à toa, sem fazer seu trabalho para resolver os problemas prementes de nosso tempo, correm quando uma tragédia ocorre. Seja um desastre natural que pegou uma cidade desprevenida ou outro tiroteio sem sentido, essas pessoas estarão lá - ou melhor, estarão no Twitter - para oferecer seus "pêsames e orações"* às vítimas.
Quando as fronteiras de Roma foram ameaçadas, Marco Aurélio não se limitou a enviar suas orações aos cidadãos que foram mortos. Não, ele liderou um exército para defendê-los. Quando uma praga atingiu Roma, ele não fugiu da cidade e depois voltou para falar em funerais. Ele enfrentou as terríveis condições, fazendo todo o possível para impedir a morte.
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