“Um escritor que não saiba ser mulher, negro ou lagartixa não é um escritor. É como se fosse um ator que só representasse a si próprio”, afirmou Agualusa.

“Tenho cuidado quando alguém quer proibir palavras. Porque é o princípio de um pensamento totalitário que, no limite, chega a um momento em que estamos a queimar livros”, completou o angolano".

www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2020/01/como-respeitar-o-lugar-de-fala-ao-escrever-um-livro-de-ficcao.shtml

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