“Um escritor que não saiba ser mulher, negro ou lagartixa não é um escritor. É como se fosse um ator que só representasse a si próprio”, afirmou Agualusa.
“Tenho cuidado quando alguém quer proibir palavras. Porque é o princípio de um pensamento totalitário que, no limite, chega a um momento em que estamos a queimar livros”, completou o angolano".