O dia não foi fácil. Não foi possível fazer a omelete sem quebrar os ovos.
O Ibovespa terminou o dia com forte queda, lembrando uma galinha d'angola gritando: "tô fraco, tô fraco, tô fraco."
A razão foi a novela do lado fiscal, com uma instituição dizendo que será preciso 1,3% do PIB para assegurar o déficit feiquinius zero em 24. Mas, o setor que mais sofreu foi o de frigoríficos após o Ministério da Agricultura informar um foco da doença de Newcastle em uma granja comercial no RS. Foi o suficiente para quedas de até 9%, como Mafrig. Sendo assim, o Ibovespa enfiou a cabeça no buraco como avestruz e caiu 1,39% e o Doludo, se mostrou como um pavão e subiu mais de 1,8%.
Na Europa as bolsas fecharam mais positivas com a manutenção da taxa pelo BCE. Nos EUA, quedas fortes, apesar do seguro-desemprego ter vindo acima do esperado e o FedBoys falando macio. Petróleo caiu 0,7% e Boltcoin ficou na casa dos US$ 63.9 mil.